Norma ISO 14065 – nova ferramenta para esforços internacionais de tratamento das emissões de gases causadores do efeito estufa.
Em março de 2006, a ISO lançou sua norma de responsabilidade e verificação de gases responsáveis pelo efeito estufa (GHG), a ISO 14064:2006. A nova norma complementar, ISO 14065:2007, Greenhouse gases – Requirements for greenhouse gas validation and verification bodies for use in accreditation or other forms of recognition, publicada em 15 de Abril de 2007, detalha requisitos para organismos de validação ou verificação de GHG para o uso na acreditação ou outras formas de reconhecimento.
Os objetivos das normas ISO 14064 e ISO 14065 são:
- Desenvolver ferramentas flexíveis de regime-neutro para usar em esquemas voluntários e regulares de GHG;
- Promover e harmonizar melhores práticas;
- Dar suporte à integridade ambiental das afirmações sobre GHG;
- Auxiliar organizações a gerenciar o GHG relacionado a oportunidades de risco; e
- Dar suporte ao desenvolvimento de programas e mercados de GHG.
Acesse www.iso.org para mais informações.
Remoção de Requisitos da RABQSA
A RABQSA removeu os requisitos de auditoria de testemunho de seus quatro esquemas de certificação do auditor com base na qualificação (meio ambiente, qualidade, segurança de alimentos e saúde e segurança ocupacional). Os critérios de recertificação também foram revisados para refletir o ciclo atual de três anos.
Para mais detalhes, acesse www.rabqsa.com.
De Olho na Internet
www.baldrige.nist.gov
O site oficial do Programa Nacional da Qualidade Baldrige (BNQP) é cheio de recursos. Os visitantes podem encontrar os critérios Baldrige (em formato PDF), formulários para inscrição no prêmio, respostas a perguntas freqüentes, um calendário de prazos e oportunidades de treinamentos, informação de contato e a história do BNQP. O site também inclui perfis dos ganhadores do prêmio Baldrige a partir de 1988, quando foi concedido o primeiro prêmio.
www.baldrigeplus.com
Este site da Nova Zelândia apresenta uma biblioteca de estudos de caso e exemplos de melhores práticas das organizações que melhoraram usando os Critérios Nacionais do Prêmio Malcolm Baldrige para Excelência no Desempenho. No mesmo site também está a cartilha do Baldrige, informações sobre como inscrever-se no prêmio, folhas de trabalho e um Power Point de como fazer uma auto-avaliação.
www.networkforexcellence.org
Este site, mantido pela Aliança de Excelência em Desempenho, fornece um diretório de prêmios que são baseados nos critérios Baldrige. Estes funcionam como pontos de partida para organizações que planejam um dia concorrer ao prêmio Baldrige.
Ministério do Meio Ambiente exibe dados de evolução do Licenciamento Ambiental
Na quarta-feira, 9 de maio, Bazileu Alves Margarido Neto, presidente do IBAMA, apresentou à Câmara dos Deputados os números que mostram a evolução do licenciamento ambiental no Brasil nos últimos quatro anos. Bazileu disse que não houve só um aumento na concessão de licenças, mas uma evolução no processo como um todo.
Bazileu apresentou dados como o aumento na quantidade de ambientalistas concursados entre 2002 e 2006 e o crescimento das licenças concedidas entre 2003 e 2006.
Ainda segundo Bazileu, os resultados foram decorrentes do aperfeiçoamento da gestão e do desenvolvimento de instrumentos de planejamento ambiental. Exemplo disso são os concursos públicos, o reforço e a capacitação de servidores, a informatização e ampliação do acesso à informação para usuários e a reformulação da Diretoria de Licenciamento.
João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente também estava na audiência e afirmou que ainda é necessário melhorar mais os processos. “O licenciamento é um instrumento de suporte ao desenvolvimento do país”, afirma. Ele completa que “o Ministério Público não quer intimidar, mas realiza seu trabalho, tem o dever de preservar o cumprimento da legislação ambiental”.
Estudo revela que emissão mundial de carbono acelerou
Na segunda, 21 de maio, cientistas disseram que a emissão do principal gás do efeito estufa, o dióxido de carbono, triplicou desde 2000 com relação à década de 1990, mostrando a pior hipótese entre os cenários estudados por uma comissão climática internacional.
Segundo Chris Field, co-autor do estudo publicado na revista PNAS, “este documento deveria ser um grito de alerta”. Field ainda diz que o estudo concluiu que as emissões mundiais do carbono aumentaram 3,1% ao ano entre 2000 e 2004. Na década de 1990, a taxa era de 1,1%.
A aceleração do processo se deve à intensidade energética, além do aumento do carbono necessário para produzir energia usada. Grande parte dessa aceleração (cerca de 73%) vem dos países em desenvolvimento.
Para evitar que a Terra aqueça mais que 3,6º, as emissões do gás carbônico devem cair entre 50 e 80% até 2050. Temperaturas mais elevadas podem resultar em desastres naturais. |